Durante muito tempo, produzir conteúdo era uma vantagem estratégica.
Hoje, com a popularização da Inteligência Artificial, todo mundo produz.
E exatamente por isso, que o mercado está mais competitivo.
Nunca houve tanto conteúdo publicado.
A explosão do conteúdo genérico
Ferramentas de IA tornaram textos rápidos, organizados e “bonitos” acessíveis a qualquer negócio.
O problema é que, quando todos usam o mesmo recurso da mesma forma, o resultado é previsível:
- Textos corretos, mas sem personalidade
- Conteúdos que informam, mas não posicionam
- Posts que parecem bons, mas não geram conversas
O mercado ficou cheio de conteúdos tecnicamente perfeitos, mas falta personalização.
Por que o alcance e o engajamento caíram?
Plataformas e algoritmos evoluíram para priorizar a experiência real.
Conteúdos “certinhos demais” passaram a ser facilmente identificados como genéricos.
O público também mudou:
- Está mais crítico
- Mais desconfiado
- Menos impressionável
Hoje, não basta ensinar. É preciso se posicionar.
IA não é o problema. O uso raso é.
A Inteligência Artificial não matou o marketing de conteúdo.
Ela matou o marketing de conteúdo sem estratégia.
Quando a IA é usada apenas para:
- Preencher calendário
- Produzir volume
- Copiar o que já existe
O resultado é invisibilidade.
Mas quando usada como apoio estratégico, ela acelera processos e libera tempo para o que realmente importa: pensamento, visão e diferenciação.
Por que marcas humanas estão ganhando espaço?
Marcas que crescem em meio à saturação têm algo em comum: clareza de posicionamento.
Elas:
- Assumem um ponto de vista
- Evidenciam problemas reais
- Não tentam agradar todo mundo
Enquanto conteúdos genéricos disputam atenção, marcas humanas criam conexão.
E conexão vende.
O novo jogo do conteúdo
O conteúdo que funciona hoje:
- Não tenta parecer perfeito
- Não fala com todo mundo
- Não se esconde atrás de fórmulas prontas
Ele é claro, direto e alinhado ao negócio.
A IA é uma ferramenta poderosa, mas autoridade não se automatiza.
Posicionamento não se copia.
E relevância não nasce do volume, nasce da intenção.
Se todo mundo pode produzir conteúdo, o diferencial não está mais em produzir.
Está em pensar antes de postar.
O futuro do marketing não é mais conteúdo.
É conteúdo com estratégia, personalidade e objetivo claro.
E isso, nenhuma IA faz sozinha.
